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O problema ambiental dos esportes de rua: quem são os culpados? Como prevenir?

Dobro Comércio de Alimentos e Bebidas Ltda

Correr uma prova de rua é emocionante. Tanto para os iniciantes, como para os que correm maratonas, a preparação demanda horas de treinamento, planilha de treinos e alimentação adequada. Dessa forma, o corredor, a fim de melhorar sua performance, deve se policiar e se organizar dentro daquilo que deve ser seguido. A sensação da largada, a superação dos corredores e a energia do evento tornam a linha de chegada especial. Terminar a prova traz uma sensação de alívio e dever cumprido, porém, será que você se orgulha de todas as suas atitudes durante a prova?

Não é novidade, no esporte, que os corredores se envolvem com a preservação ambiental. É o que se vê, por exemplo, nas provas de montanha, que penalizam atletas que jogam lixo no chão, no triathlon, que algumas provas baniram os copos plásticos, substituindo-os por galões de abastecimento, e nas corridas de rua em geral, que possuem pontos específicos de hidratação, abastecidos com a estrutura sustentável necessária. A questão é: você se sente bem jogando copos plásticos no acostamento durante uma prova de corrida?

“Fui na nutricionista para ela me indicar alimentos de qualidade e optei por produtos naturais que possam melhorar minha performance. Segui minha planilha de treinos da assessoria. Quando cheguei na prova, comecei a correr muito bem, até que pisei numa pilha de copos plásticos e torci meu pé. Todo treinamento foi para o saco de lixo - menos os copos - literalmente”, disse Maria Sampaio, referindo-se à sua primeira prova.

 

A organização de uma prova exige planejamento e respeito a leis socioambientais. A determinação de pontos de hidratação e sacos de lixo, seguidos por coleta e reciclagem, são algumas dessas exigências. Porém, o lixo gerado nas provas tem culpado? A culpa não está no esporte, ou na prova a ser realizada, ou na organização que não disponibiliza sacos de lixo. O problema é insustentável. A culpa é de quem joga, sejam atletas amadores ou profissionais.

O ponto-chave é que a busca pela linha de chegada não deve “cegar” o corredor. Deve-se prezar, durante as provas e treinamentos, pela mesma educação que se tem dentro de casa ou no ciclo social. É correto jogar copo plástico no chão da sala? Por que não começar a treinar com um copo d’água vazio na mão e repetir a atitude na hora da prova até encontrar um lixeiro? Por que não começar não só a pensar em iniciativas melhores para o meio ambiente, mas, também, agir? Por que não incentivar companheiros e familiares a, também, agirem de forma sustentável?

 

Todo atleta, por mais que almeje melhores resultados, deve dar exemplo para os amadores. Todo corredor preza por alimentação e equipamentos de ponta. Não faz sentido o mesmo corredor não cuidar do seu local de treinamento.

Se você, assim como eu, já jogou copo de água no chão e se sentiu mal com essa atitude, se importa com o meio ambiente e também quer ser exemplo, repita: “Eu prometo que irei jogar todo o lixo no lixo, mesmo que isso atrapalhe o meu resultado final”.

 

Este conteúdo apresenta o propósito de minimizar os danos criados no meio ambiente. O selo eureciclopresente em nossa embalagem, é mais uma das iniciativas que tomamos pela preservação e sustentabilidade.


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